PRINCIPAIS EIXOS DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Posted: segunda-feira, 26 de abril de 2010 by Thiago Reis in
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HARDWARE

O Hardware é a parte física do computador, ou seja, é o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam através de barramentos. Em contraposição ao hardware, o software é a parte lógica, ou seja, o conjunto de instruções e dados que é processado pelos circuitos eletrônicos do hardware. Toda interação dos usuários de computadores modernos é realizada através do software, que é a camada, colocada sobre o hardware, que transforma o computador em algo útil para o ser humano.

O termo hardware, não se refere apenas aos computadores pessoais, mas também aos equipamentos embarcados em produtos que necessitam de processamento computacional, como o dispositivos encontrados em equipamentos hospitalares, automóveis, aparelhos celulares, dentre outros.

Na ciência da computação a disciplina que trata das soluções de projeto de hardware é conhecida como arquitetura de computadores.

SOFTWARE

Software, logiciário ou suporte lógico é uma sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, na manipulação, redirecionamento ou modificação de um dado/informação ou acontecimento.

Software também é o nome dado ao comportamento exibido por essa seqüência de instruções quando executada em um computador ou máquina semelhante.

Software também é um produto e é desenvolvido pela Engenharia de software, e inclui não só o programa de computador propriamente dito, mas também manuais e especificações.

PEOPLEWARE

Peopleware são pessoas que trabalham diretamente, ou indiretamente, com a área de processamento de dados, ou mesmo com Sistema de Informação.

O peopleware é a parte humana que se utiliza das diversas funcionalidades dos sistemas computacionais, seja este usuário um Analista de sistema ou, até mesmo, um simples cliente que faz uma consulta em um caixa eletrônico da Rede Bancária, como também uma atendente de um Supermercado.

NETWARE (REDE)

NetWare é um sistema operacional para servidores de arquivos, desenvolvido pela Novell. Foi o primeiro sistema operacional a possibilitar o compartilhamento de arquivos e impressoras de maneira confiável e fácil de gerenciar nos PCs.

Conceitos Básicos de Redes

O que é Rede? – é um grupo de computadores que podem se comunicar entre si, compartilhar recursos (como discos e impressoras) e acessar hosts remotos ou outras redes. Cada estação de trabalho (cada computador que deseja se interligar) terá que ter uma placa de rede. Essas placas conectam os servidores às estações de trabalho através do meio de comunicação, ou seja, os cabos.

Servidor – É um computador que fornece recursos e serviços de rede a estações de trabalho e a outros clientes. Um servidor NetWare é aquele que executa como sistema o programa NetWare.

Estações de Trabalho – um cliente é qualquer dispositivo, como um PC, uma impressora ou um cabo, ou um outro servidor, que solicita serviços a um servidor. E o cliente mais comum é a estação de trabalho. Esta estação significa que o computador também poderá trabalhar independente da rede

O que é NetWare? – É um sistema operacional de redes de computadores fabricado pela Novell. É um conjunto de aplicativos e componentes de softwares projetados para conectar, gerenciar e manter uma rede e seus serviços.

Servidor de arquivos – é onde roda o S.O.R. (Software).

Infra-Estrutura de comunicação – Cabos, placa de redes, etc.

Software Cliente – redirecionador, para que consiga acessar o servidor.

Regras de Segurança da Novell

Padrão de segurança C2. Identificação. Senha. Restrições de Acesso. Acesso a arquivos/ pastas / volumes. Acesso a estação: Bloqueio Logicamente(Horários) Bloqueio Fisicamente (1 Maq ) Sofre um processo de contabilização ( se apagar algo ele marca em um determinado arquivo ) Bloqueio de ataque contra intrusos.

Segurança –A segurança do NetWare não é um sistema único; ela é dividida entre os diversos serviços da rede. O papel de cada sistema de segurança é controlar o acesso a recursos da rede. O componente básico para a segurança da rede é a conta de usuário, que identifica quem você é e se você tem permissão para fazer algo na rede.

Sistemas de arquivos – o sistema de arquivo do NetWare permite aos clientes compartilhar os drives de discos conectados ao servidor. O sistema de arquivos do NetWare pode ser utilizado para armazenar, compartilhar e utilizar arquivos de aplicativos e dados.

Impressão de Rede – esse sistema permite que todas as estações de trabalho imprimam nas mesmas impressoras. Estas impressoras podem estar anexadas a servidores ou estação de trabalho NetWare, ou ainda no cabo de rede.

SMS – controlador de backups e a recuperação de dados do servidor e das estações de trabalho. Um backup é uma cópia duplicada de dados do sistema de arquivos, copiada para um dispositivo de armazenamento ( uma fita ). O backup pode ser recuperado e armazenado caso a copia original seja corrompida ou distruída.

Pirataria – A pirataria de softwares ocorre quando o software é instalado ou distribuído em mais locais do que os permitidos pela licença. Uma vítima de pirataria é alguém que pagou pelo software , mas recebeu inadvertidamente uma cópia ilegal. A Novell deseja ajudar as vítimas, e não aumentar seus problemas. Ex: - Vários usuários usando o mesmo nº de série de um determinado software; - Falta de documentação original escrita; - Distribuidores não autorizados que se dizem ser, e utilizam a marca; - E outros.

Administrador de Redes – Pessoa com algum conhecimento de redes, que fica "cuidando", ou seja, que tem a responsabilidades de ser o coordenador, ou até mesmo pessoas confiáveis pelo dono de uma empresa. A responsabilidade de um administrador de redes podem incluir:

Configurar o hardware e software do servidor, da estação de trabalho e dos serviços de redes. Conhecer o Software Novell Estabelecer uma área de armazenamento pessoal e compartilhada na rede para arquivos de dados e de aplicativos.

Configurar estações de trabalhos para conexão automática com a rede. Organizar e configurar os recursos de uma rede. Estabelecer e manter um sistema de segurança de rede. Estabelecer e manter a impressão de rede. Ajustar o servidor para otimizar o seu desempenho. Garantir a integridade e a proteção dos dados. Estabelecer um procedimento de autoria dos sistema. Fornecer um processo sistemático de backup e de recuperação de dados. Mais sobre Netware Netware Directory System Segurança Config.Sist. Segurança Segurança Passo a Passo Limite de espaço em disco Netware 5.0 Bibliografia.

Segurança da Rede Netware

O NetWare fornece diversas melhorias da segurança para ajudá-lo a proteger sua rede e seus valiosos recursos. Embora estejam disponíveis para o administrador de rede, esta melhorias só são benéficas quando aplicadas e caso o acesso físicos e dispositivos – como servidores – seja controlado. Em ultima instância, a segurança da rede é responsabilidade do administrador da rede.

Não há um sistema único que controle toda a segurança da rede. A segurança da rede é uma mistura de diversos sistemas que funcionam em conjunto ou de maneiras independentes, para proteger e regular partes específicas da rede.

Depois que o usuário tem o acesso inicial à rede, cada recurso da rede costuma ter um sistema independente e único para controlar seu próprio acesso. Por exemplo : o acesso ao sistema de arquivos é controlado por um sistema, enquanto o acesso à impressão é controlado por outro.

Existem ainda vários sistemas de seguranças :

Segurança de Login.
Segurança de sistemas de arquivos
Segurança de servidores
Segurança de impressão de rede
Segurança do NDS
Segurança de LOGIN

Tem a função de controlar quem pode entrar na rede. Além disso pode incluir restrições de como, quando e onde o login pode ocorrer. Essa segurança pode ser dividida em três categorias :

Restrição de conta do usuário. Limites de detecção de intrusos. Autenticação Obs: O local onde se detecta um intruso é no container, e nos próprios usuários.





ONTOLOGIAS E SEMÂNTICA DE RECURSOS DE INFORMAÇÃO

Posted: by Thiago Reis in
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O crescimento rápido e contínuo do volume de informações torna cada vez mais difícil encontrar, organizar, acessar e manter informação requerida por usuários. Muitas vezes, pedaços importantes da informação relevante estão dispersos em diferentes recursos de informação e o meio mais utilizado para encontrá-los é através de máquinas de busca. Entretanto, as máquinas de busca tradicionais retornam listas de recursos recuperados, oferecendo pouca ou nenhuma informação sobre as relações semânticas existentes entre eles. Por conseguinte, o usuário tem de despender uma quantidade substancial de tempo acessando-os e lendo-os, para então descobrir como esses recursos de informação estão relacionados e onde eles se encaixam na estrutura geral do domínio do problema. Neste contexto, ontologias oferecem um meio de lidar com a representação de recursos de informação: o modelo de domínio descrito por uma ontologia pode ser usado como uma estrutura unificadora para dar semântica e uma representação comum à informação.
Ontologias têm se tornado populares, em grande parte, pelo fato de terem como objetivo promover um entendimento comum e compartilhado sobre um domínio, que pode ser comunicado entre pessoas e sistemas de aplicação. Uma ontologia define um vocabulário específico usado para descrever uma certa realidade, mais um conjunto de decisões explícitas fixando de forma rigorosa o significado pretendido para o vocabulário. Uma ontologia envolve, então, um vocabulário de representação que captura os conceitos e relações em algum domínio e um conjunto de axiomas, que restringem a sua interpretação.

DATA WAREHOUSE E DATA MINING

Posted: quinta-feira, 15 de abril de 2010 by Thiago Reis in
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Olá pessoal!
Nesta publicação será esclarecido a diferença entre estas duas ferramentas.


INTRODUÇÃO

Data Warehouse (armazém de dados) é um sistema de computação utilizado para armazenar informações relativas às atividades de uma organização em bancos de dados, de forma consolidada.

Data Mining (Mineração de dados) é o processo de varrer grandes bases de dados a procura de padrões como regras de associação, sequências temporais, para classificação de ítens ou agrupamento.

DATA WAREHOUSE


Definição e Objetivos

Data Warehouse que pode ser definido como uma coleção de dados, orientados por assunto, integrados, variáveis com o tempo e não voláteis, para dar suporte ao processo de tomada de decisão.

As bases de dados convencionais possuem caracteristicas, tais como, o fato de serem dinâmicas, incompletas, redundantes e ruidosas, que tornam confusa e não viável a extração de informação delas próprias. Os Data Warehouses surgiram com o objetivo de fornecer os subsídios necessários para a transformação de uma base de dados de uma organização de OLTP (On-Line Transaction Processing: Processamentos que executam as operações do dia-a-dia da organização) para OLAP (On Line Analytical Processing: Processamentos que suportam a tomada de decisões) e, assim, providenciar os elementos necessários a quem toma as decisões nas organizações.

Descrição das Principais Características

Conforme já descrito, o Data Warehouse (DW) possui um conjunto de características que o distingue de outros ambientes de sistemas convencionais:

- Orientado Por Assunto: o DW está orientado em torno do principal assunto da organização, armazenando informações agrupadas por assuntos de interesse da empresa que são considerados mais importantes, sendo estes chamados de processos de negócio de um empreendimento.

- Integrado: é uma das principais características de um DW. Num Data Warehouse os dados devem ser transformados em formatos comuns de medida referência e armazenamento para que possam ser aproveitados.

- Variável no Tempo: Os dados de um Data Warehouse são precisos em relação ao tempo e representam resultados operacionais do momento em que foram capturados. A cada mudança, uma nova entrada é criada, ou seja, os dados não são atualizáveis.

- Não Volátil: os dados após serem integrados, são carregados e armazenados no banco de dados analítico, possibilitando ao usuário realizar apenas consultas e geração de relatórios necessários à tomada de decisão, não permitindo, portanto atualizações nos mesmos, apenas acesso de “leitura”.

Passos Para a Elaboração de um Data Warehouse

Data Warehouse (DW) não é um produto que se compra, mas sim um projeto que envolve a análise e implementação, com a participação de várias tecnologias. Os sete passos para a criação de um DW, que pode ser inicialmente um Data Mart (assunto específico) até chegar ao DW no nível corporativo, são:

1° Passo - Disponibilizar resultados a curto prazo.

Os primeiros resultados devem estar disponíveis a curto prazo. É importante traduzir rapidamente as necessidades do negócio em uma especificação que possa ser construída em etapas. Minimiza riscos e o tempo de apresentação dos resultados iniciais.

2° Passo - Integrar os sistemas.

O desafio principal deste passo é o de conseguir integrar os diversos sistemas da organização. Assim, os Dados de produção e das fontes externas precisam ser mapeados para o modelo de dados do DW.
Estas tarefas terão de ser feitas com sincronismo, de forma a evitar problemas de acesso aos dados e também para conseguir fazer devida separação entra os dados operacionais e os dados de tomada de decisão.

3° Passo - Escolher o Banco de Dados.

A escolha do banco de dados de suporte ao DW necessita ser criteriosa, ao nível do desempenho na carga e indexação dos dados, tempo de resposta, capacidade de armazenamento, paralelismo, escalabilidade.

4° Passo - Escolher a ferramenta a ser utilizada

Considerar as ferramentas disponíveis no mercado. Estas devem prover, interfaces amigáveis, geração de relatórios, análises multi-dimensionais, acesso via web e data mining.

5° Passo - Construir visando expansão.

Construir um DW que possa ser expandido, mantendo níveis aceitáveis de desempenho até gigabytes.

6° Passo - Manter o sistema aberto para mudanças.

Ambiente DW deve ser aberto para permitir que os componentes ou ferramentas identificadas no passo 4 possam ser substituídas por outras mais atuais e eficientes.

7° Passo - Disponibilizar os equipamentos adequados.

Considerar o sistema de armazenamento que fisicamente gerência, o tráfego, alocação, backup e a restauração dos dados
Qualquer sistema de Data Warehouse (DW) só funciona e pode ser utilizado plenamente, com boas ferramentas de exploração. Com o surgimento do DW, a tecnologia de Data Mining (mineração de dados) também ganhou a atenção do mercado.
Como o DW, possui bases de dados bem organizadas e consolidadas, as ferramentas de Data Mining ganharam grande importância e utilidade. Essa técnica, orientada a mineração de dados, oferece uma poderosa alternativa para as empresas descobrirem novas oportunidades de negócio e acima de tudo, traçarem novas estratégias para o futuro.

DATA MINING


Definição e Objetivos

Data Mining consiste em um processo analítico projetado para explorar grandes quantidades de dados (tipicamente relacionados a negócios, mercado ou pesquisas científicas), na busca de padrões consistentes e/ou relacionamentos sistemáticos entre variáveis e, então, validá-los aplicando os padrões detectados a novos subconjuntos de dados. O processo consiste basicamente em 3 etapas: exploração, construção de modelo ou definição do padrão e validação/verificação.


Talvez a definição mais importante de Data Mining tenha sido elaborada por Usama Fayyad:
"...o processo não-trivial de identificar, em dados, padrões válidos, novos, potencialmente úteis e ultimamente compreensíveis", (Fayyad et al. 1996).




A premissa do Data Mining é uma argumentação ativa, isto é, em vez do usuário definir o problema, selecionar os dados e as ferramentas para analisar tais dados, as ferramentas do Data Mining pesquisam automaticamente os mesmos a procura de anomalias e possíveis relacionamentos, identificando assim problemas que não tinham sido identificados pelo usuário. Em outras palavras, as ferramentas de Data Mining analisam os dados, descobrem problemas ou oportunidades escondidas nos relacionamentos dos dados, e então diagnosticam o comportamento dos negócios, requerendo a mínima intervenção do usuário. Assim, ele se dedicará somente a ir em busca do conhecimento e produzir mais vantagens competitivas.
Como pode-SE ver, as ferramentas de Data Mining, baseadas em algoritmos que forma a construção de blocos de inteligência artificial, redes neurais, regras de indução, e lógica de predicados, somente facilitam e auxiliam o trabalho dos analistas de negócio das empresas, ajudando as mesmas a conseguirem serem mais competitivas e maximizarem seus lucros.

Principais Técnicas de Data Mining

O Data Mining (DM) descende fundamentalmente de 3 linhagens. A mais antiga delas é a estatística clássica. Sem a estatística não seria possível termos o DM, visto que a mesma é a base da maioria das tecnologias a partir das quais o DM é construído.

A segunda linhagem do DM é a Inteligência Artificial (IA). Essa disciplina, que é construída a partir dos fundamentos da heurística, em oposto à estatística, tenta imitar a maneira como o homem pensa na resolução dos problemas estatísticos.

E a terceira e última linhagem do DM é a chamada machine learning, que pode ser melhor descrita como o casamento entre a estatística e a IA. Enquanto a IA não se transformava em sucesso comercial, suas técnicas foram sendo largamente cooptadas pela machine learning, que foi capaz de se valer das sempre crescentes taxas de preço/performance oferecidas pelos computadores nos anos 80 e 90, conseguindo mais e mais aplicações devido às suas combinações entre heurística e análise estatística.

O DM é um campo que compreende atualmente muitas ramificações importantes. Cada tipo de tecnologia tem suas próprias vantagens e desvantagens, do mesmo modo que nenhuma ferramenta consegue atender todas as necessidades em todas as aplicações

Existem inúmeras ramificações de Data Mining, sendo algumas delas:

Redes neurais: são sistemas computacionais baseados numa aproximação à computação baseada em ligações. Nós simples (ou "neurões", "neurônios", "processadores" ou "unidades") são interligados para formar uma rede de nós - daí o termo "rede neural". A inspiração original para esta técnica advém do exame das estruturas do cérebro, em particular do exame de neurónios. Exemplos de ferramentas: SPSS Neural Connection, IBM Neural Network Utility, NeuralWare NeuralWork Predict.


Indução de regras: A Indução de Regras, ou Rule Induction, refere-se à detecção de tendências dentro de grupos de dados, ou de “regras” sobre o dado. As regras são, então, apresentadas aos usuários como uma lista “não encomendada”. Exemplos de ferramentas: IDIS da Information Discovey e Knowledge Seeker da Angoss Software.

Árvores de decisão: baseiam-se numa análise que trabalha testando automaticamente todos os valores do dado para identificar aqueles que são fortemente associados com os itens de saída selecionados para exame. Os valores que são encontrados com forte associação são os prognósticos chaves ou fatores explicativos, usualmente chamados de regras sobre o dado.
Exemplos de ferramentas: Alice d’Isoft, Business Objects BusinessMiner, DataMind.


Analise de séries temporais: A estatística é a mais antiga tecnologia em DM, e é parte da fundação básica de todas as outras tecnologias. Ela incorpora um envolvimento muito forte do usuário, exigindo engenheiros experientes, para construir modelos que descrevem o comportamento do dado através dos métodos clássicos de matemática. Interpretar os resultados dos modelos requer “expertise” especializada. O uso de técnicas de estatística também requer um trabalho muito forte de máquinas/engenheiros. A análise de séries temporais é um exemplo disso, apesar de freqüentemente ser confundida como um gênero mais simples de DM chamado “forecasting” (previsão). Exemplos de ferramentas: S+, SAS, SPSS.

Visualização: mapeia o dado sendo minerado de acordo com dimensões especificadas. Nenhuma análise é executada pelo programa de DM além de manipulação estatística básica. O usuário, então, interpreta o dado enquanto olha para o monitor. O analista pode pesquisar a ferramenta depois para obter diferentes visões ou outras dimensões. Exemplos de ferramentas: IBM Parallel Visual Explorer, SAS System, Advenced Visual Systems (AVS) Express - Visualization Edition.


Galera, é isso!
Abraços




O QUE É BANCO DE DADOS?

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Boa noite a todos!

Banco de Dados é uma coleção de dados relacionados a um tópico ou propósito em particular (específico).

Os registro de empregados em um arquivo, uma coleção de selos em um álbum, uma agenda com os nomes dos gerentes de vendas - cada uma dessas séries de dados é um banco de dados.

Para desenvolvermos qualquer tipo de projeto em banco de dados informatizado, faz-se necessário abordarmos:

Arquivo: é um arquivo é um conjunto de registros e informações armazenadas
Exemplo: o arquivo chamado controle de estoque, controle de conta corrente, controle bancário, ou simplesmente um controle de clientes ou de fornecedores.

Registro: é um conjunto campos relacionados e armazenados em um registro.
Exemplo: a ficha de um determinado cliente contendo a informações necessárias para um ambiente expecífico.

Campo: é o conjunto de itens que um registro pode conter.
Exemplo: cada item de uma ficha ou registro, corresponde a um item, campo ou atributo.
em um cadastro de clientes de uma empresa, podemos encontrar os seguintes campos:
cpf, nome, endereço, cidade, bairro, estado, cep, ......

1. OBJETIVOS DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

Considere parte de um banco que mantenha informações sobre todos os clientes e contas de poupança em sistemas de arquivos permanentes no banco. O sistema tem ainda uma quantidade de programas aplicativos que permitem ao usuário manipular os arquivos, incluindo:

• Um programa para debitar ou creditar uma conta.
• Um programa para adicionar uma nova consulta
• Um programa para calcular o saldo de uma conta.
• Um programa para gerar posicionamentos mensais.

Estes programas aplicativos foram desenvolvidos por programadores em resposta às necessidades da organização bancária.

Novos programas de aplicação são adicionados ao sistema à medida que as necessidades aparecem. Por exemplo, suponha que as novas regulamentações do governo permitam aos bancos de poupança oferecer contas correntes. Como resultado, novos arquivos permanentes são criados com informações sobre todas as contas correntes mantidas no banco, e novos programas podem ser necessários. Então, com certeza, mais arquivos e mais programas de aplicação são acrescidos ao sistema.

O típico sistema de processamento de arquivos descrito anteriormente é suportado por um sistema operacional convencional. Registros permanentes são guardados em diversos arquivos, e uma série de diferentes programas aplicativos é escrita para extrair e adicionar registros no arquivo apropriados. Este esquema tem um grande número de desvantagens.

• Redundância e inconsistência de dados. Uma vez que os arquivos e programas aplicativos são criados por programadores diferentes durante um longo período de tempo, os arquivos provavelmente terão formatos diferentes e os programas serão escritos em diversas linguagens de programação. Além disso, o mesmo elemento de informação pode estar duplicado em diversos lugares (arquivos). Por exemplo, o endereço e o número do telefone de um cliente pode aparecer em um arquivo que contém registros da conta de poupança e um arquivo que contém registros da conta corrente. Esta redundância leva a altos custos de armazenamento e acesso. Pode ainda levar a inconsistência de dados – o que significa que a várias cópias do mesmo dado podem ser diferentes. Por exemplo, a mudança de endereço de um cliente pode ser efetuada num registro de conta corrente, mas não em qualquer outro lugar no sistema. Isto resulta em uma inconsistência de dados.

• Dificuldade no acesso aos dados. Suponha que um dos diretores do banco necessite encontrar os nomes de todos os clientes que vivem numa rua da cidade com CEP 78733-000. O diretor pede ao departamento de processamento de dados que gere tal lista. Caso este tipo de solicitação não tenha sido antecipado quando o sistema original foi projetado, não há nenhum programa aplicativo disponível para fazê-lo. Existe, entretanto, um programa aplicativo para gerar uma lista de todos os clientes do banco. O diretor tem agora duas saídas: ou ele pega a lista de clientes e extrai a informação necessária manualmente, ou pede ao departamento de processamento de dados que um programador escreva o programa aplicativo necessário. Ambas as alternativas são obviamente insatisfatórias. Suponha que tal programa tenha sido de fato escrito e que, alguns dias mais tarde, o mesmo diretor necessite destacar da mesma lista apenas os clientes com um saldo de $10.000 ou mais. Como é de se esperar, um programa para gerar tal lista não existe. Novamente, o diretor tem duas opções, e nenhuma delas é satisfatória.
O ponto aqui é que o ambiente convencional de processamento de arquivos não permite que dados necessários sejam recuperados de uma maneira conveniente e eficiente. Melhores sistemas de busca de dados precisam ser desenvolvidos para uso geral.


• Isolamento de dados. Uma vez que os dados estão espalhados em diversos arquivos e podem Ter formatos diferentes, é difícil escrever novos programas aplicativos para recuperar os dados adequados.

• Anomalias de acesso concorrente. Com a intenção de aperfeiçoar o desempenho geral do sistema e obter tempos de resposta mais rápidos, muitos sistemas permitem que múltiplos usuários atualizem os dados simultaneamente. Em tal ambiente, a interação de atualizações concorrentes pode resultar em dados inconsistentes. Considere uma conta bancária A, com $500. Se dois clientes sacarem dinheiro (digamos $50 e $100) da conta A ao mesmo tempo, o resultado das execuções concorrentes pode deixar a conta num estado incorreto (ou inconsistente). Em particular, a conta pode conter $450, em vez de $350. Com a intenção de prevenir esta possibilidade, algum tipo de supervisão deve ser mantido no sistema. Já que dados podem ser manipulados por diferentes programas aplicativos, que podem não Ter sido previamente sincronizados, sua supervisão pode ser muito difícil.

• Problemas de segurança. Nem todo usuário do sistema de banco de dados deve ter acesso a todos os dados. Por exemplo, num sistema bancário, o departamento de pessoal necessita apenas de parte do banco de dados que tenha informações sobre os diverso empregados do banco. Eles não necessitam Ter acesso a informação sobre as contas dos clientes do banco. Se os programas forem adicionados ao sistema de maneira arbitrária, é difícil assegurar tais restrinções de segurança.

• Problemas de integridade. Os valores dos dados armazenados nos banco de dados precisam satisfazer certos tipos de restrinções de consistência. Por exemplo, o saldo de uma conta bancária não pode nunca cair abaixo de um valor predeterminado digamos $25). Estas restrinções são introduzidas no sistema adicionando instruções adequadas ao diversos programas aplicativos. Entretanto, quando novas restrinções são adicionadas, é difícil alterar os programas. O problema torna-se mais complicado quando as restrinçòes envolvem diversos itens de dados de arquivos.

Essas dificuldades, entre outras, promoveram o desenvolvimento de sistemas de gerenciamento de banco de dados. Nesse sentido, devemos ver os conceitos e algoritmos que foram desenvolvidos para sistema de banco de dados com vistas a resolver os problemas mencionados anteriormente.


Sobre banco de dados é isso! Espero que tenham entendido.
Abraços

PIRÂMIDE DO CONHECIMENTO OU PIRÂMIDE INFORMACIONAL

Posted: quinta-feira, 1 de abril de 2010 by Thiago Reis in
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Olá!

Este tópico terá como objetivo permitir a exploração desta famosa pirâmide, entendendo e diferenciando os dados, informação, conhecimento e sabedoria.


Impossível falar de Gestão da Informação (G.I.) e Tecnologia da Informação sem citar a pirâmide informacional.

Na figura abaixo observa-se que existem quatro divisões significativas, que são: Dados, Informação, Conhecimento e Sabedoria.



O processo de aquisição de conhecimento e de sabedoria obedece ao esquema da pirâmide da informação, em que do dado isolado ou do grupo de dados passamos para a constituição de algo maior do que a sua própria dimensão. Por isso diz-se que:
- Um conjunto de dados não é informação;
- Um conjunto de informação não é conhecimento;
- Um conjunto de conhecimento não é sabedoria;
- Um conjunto de sabedoria não é verdade.
Informação, conhecimento e sabedoria são mais do que simples conjuntos. Aliás, o conjunto representa mais do que a soma das suas partes e tem uma sinergia própria.
O trajeto de subida da pirâmide inicia-se com os dados. Estes são apenas um ponto insignificante no espaço e no tempo. O seu conceito chave é "fora de contexto" e, por isso, não têm uma relação significativa com qualquer outra coisa. Quando temos um conjunto de dados, a nossa primeira ação é, geralmente, no sentido de tentar encontrar uma forma de lhe atribuir significado. O problema é que quando não há contexto o significado é pouco ou nenhum. Nessas ocasiões, criou se o contexto que, geralmente, não passa de uma suposição, ainda que crie significado. Os dados podem representar informação, mas isso depende apenas da compreensão de quem os interpreta. A extensão da compreensão dos dados recolhidos depende das associações que aquele que os recolheu consegue discernir. Por sua vez, essas associações estão dependentes de todas as outras associações que o indivíduo já foi capaz de efetuar no passado. Assim, pode dizer-se que a informação é simplesmente uma compreensão das relações entre as partes dos dados, ou entre as partes dos dados e outras informações. Embora a informação envolva a compreensão das relações entre os dados, ela geralmente não explica por que motivo os dados são o que são, nem dá uma indicação de como os dados podem mudar ao longo do tempo. A informação tem uma tendência para ser relativamente estática no tempo e linear na natureza. Ela é uma relação entre os dados e, muito simplesmente, é o que é com grande dependência do contexto do seu significado e com pouca implicação para o futuro. Para além da relação existe o padrão, que é mais do que uma simples relação de relações. O padrão incorpora uma coerência e uma compleição das relações que, de algum modo, criam o seu próprio contexto. O padrão serve também como um protótipo repetível e previsível. Quando existe um relação padrão entre os dados e as informações, o padrão tem potencial para representar o conhecimento. Contudo, só se torna conhecimento quando o indivíduo é capaz de perceber e de compreender os padrões e as suas implicações. Os padrões que representam o conhecimento têm uma tendência a ser mais auto-contextualizados. Isto é, o padrão tende, em grande medida, para criar seu próprio contexto, em vez de ser dependente dele, tal como a sua informação. Um padrão que traga conhecimento também proporciona um alto nível de fiabilidade e de previsibilidade sobre a forma como irá evoluir ao longo do tempo. A sabedoria surge quando se compreende os princípios fundamentais responsáveis pelos padrões de representação do conhecimento. Por outro lado, a sabedoria, até mais do que conhecimento, tende a criar seu próprio contexto.Em resumo, pode-se fazer as seguintes associações:

- A informação refere-se à descrição, definição, ou perspectiva (o quê, quem, quando, onde);
- Conhecimento compreende a estratégia, prática, método ou abordagem (como);
- Sabedoria incorpora princípio, a percepção ou moral (porquê).

Espero que tenham compreendido.
Por hoje é só.
Até a próxima.

O QUE É TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI)?

Posted: by Thiago Reis in
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Olá,

Neste artigo será postado o que é e a importância da Tecnologia da Informação.


Introdução

Em seu início, a computação era tida como um mecanismo que tornava possível automatizar determinadas tarefas em grandes empresas e nos meios governamentais. Com o avanço tecnológico, as "máquinas gigantes" começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores e mais poderosos. A evolução das telecomunicações permitiu que, aos poucos, os computadores passassem a se comunicar, mesmo estando em lugares muito distantes geograficamente. Como conseqüência, tais máquinas deixaram de simplesmente automatizar tarefas e passaram a lidar com Informação.

Informação

A informação é um patrimônio, é algo de valor. Não se trata de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de dados classificados e organizados de forma que uma pessoa ou uma empresa possa tirar proveito. A informação é inclusive um fator que pode determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades de um negócio. E isso não é difícil de ser entendido. Basta imaginar o que aconteceria se uma instituição financeira perdesse todas as informações de seus clientes...
Apesar de possível, muito dificilmente uma empresa de grande porte consegue perder suas informações, principalmente quando se fala de bancos, cadeias de lojas, entre outros. No entanto, o que ocorre com mais freqüência é o uso inadequado das informações adquiridas ou, ainda, a sub-utilização destas. É nesse ponto que a Tecnologia da Informação pode ajudar.


Tecnologida da Informação

A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.
Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. A questão é que não existe "fórmula mágica" para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros aspectos relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas. Do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade podem ocorrer.
Tome como base o seguinte exemplo: se uma empresa renova seu parque de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a
internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede, a companhia fez gastos desnecessários.
Comprar máquinas de boa qualidade não significa comprar as mais caras, mas aquelas que possuem os recursos necessários. Por outro lado, imagine que uma empresa comprou computadores com vídeo integrado à placa-mãe (onboard) e monitor de 15" para profissionais que trabalham com Autocad. Para esses funcionários, o correto seria fornecer computadores que suportassem aplicações pesadas e um monitor de, pelo menos, 17". Máquinas mais baratas certamente conseguiriam rodar o programa Autocad, porém com lentidão, e o monitor com área de visão menor daria mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição das máquinas reflete diretamente no desempenho dos funcionários. Por isso, é preciso saber quais as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada usuário.
Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um

PC, adquiriu um servidor de rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a empresa não tem expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que comprar um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este. Se este servidor, por alguma razão, parar de funcionar, a rede ficará indisponível e certamente atrapalhará as atividades da empresa. Além disso, se a rede não estiver devidamente protegida, dados sigilosos poderão ser acessados externamente ou mesmo um ataque pode ocorrer.
Com os exemplos citados anteriormente, é possível ver o quanto é complicado generalizar o que é TI. Há ainda vários outros aspectos a serem considerados que não foram citados. Por exemplo, a empresa deve saber lidar também com segurança, com disponibilidade, com o uso de sistemas (eles realmente devem fazer o que foi proposto), com tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), com recursos humanos qualificados, enfim.
A TI é algo cada vez mais comum no dia-a-dia das pessoas e das empresas. Tudo gira em torno da informação. Portanto, quem souber reconhecer a importância disso, certamente se tornará um profissional com qualificação para as necessidades do mercado. Da mesma forma, a empresa que melhor conseguir lidar com a informação, certamente terá vantagens competitivas em relação aos concorrentes.


Tchau.
Até a próxima.


TÓPICOS EMERGENTES DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

Posted: by Thiago Reis in
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Boa tarde,

Neste artigo será abordado informações importantes sobre o Sistema de Informação Gerencial , afinal nos cenários da era da informação é de vital importância compreender as melhores práticas e aplicações das áreas de sistemas de informação e tecnologia da informação nas empresas.

Apresentação

Neste artigo será avaliada a importância do Sistema de Informação Gerencial ( SIG ) para a tomada de decisões. Em função do processo de mudanças aceleradas, principalmente no que diz respeito aos avanços da tecnologia, o bom sistema de informação será fator preponderante na tomada de decisão. Um desenvolvimento gerencial eficaz e eficiente pressupõe, em qualquer organização, a existência de infra-estrutura informacional para a tomada de decisão, de forma ágil e segura. O sistema de informação gerencial fortalece o plano de atuação das empresas, a geração de informações rápidas, precisas e principalmente úteis, garantindo uma estruturação de gestão diferenciada.

Introdução

O mundo vive hoje na era da informação, exigindo das organizações uma gestão estratégica eficiente, a qual pode ser facilitada pela utilização de recursos inteligentes oferecidos pela tecnologia de informação e sistemas de informação.
A tecnologia da informação inovou o mundo dos negócios. Os processos empresarias precisam ser dotados de confiabilidade, eficiência e eficácia.
A tecnologia da informação é utilizada para melhorar o desempenho das atividades da empresa, e por conseqüência apoiar os processos empresariais.

Sistema

A busca pela solução dos problemas conduz os gestores a unir as partes que compõem a organização para formar um sistema que dará condições para administrar o todo.

Classificação do Sistema

Os sistemas podem ser classificados de várias maneiras, porém para efeito desse trabalho, classificam-se os sistemas de duas maneiras principais: Sistemas Abertos e Sistemas Fechados.

- Sistema Aberto: A interação da empresa com a sociedade e o ambiente onde ela atua caracteriza essencialmente o chamado sistema aberto.

- Sistema Fechado: O sistema fechado independe do meio externo para o desenvolvimento das suas funções. Os sistemas fechados são entendidos como os que não mantém relação de interdependência com o ambiente externo.

Sistema Empresa

Conhecendo as definições de sistemas, pode-se afirmar, portanto, que a empresa é um sistema aberto, em razão da sua interação com o meio ambiente externo. A empresa capta no meio externo os recursos brutos, processa e devolve ao ambiente externo em forma de bens ou serviços prestados, ou informações, atendendo as necessidades da sociedade. No decorrer desse processo podem ocorrer desvios e resultados insatisfatórios, a retroalimentação permite a correção desses desvios, a fim de que se possam alcançar os objetivos satisfatoriamente.

Sistemas de Informação

Os sistemas de informação têm por objetivo gerar informações para a tomada de decisões, os dados são coletados, processados e transformados em informação. Sistemas de informação é uma série de elementos ou componentes inter-relacionados que coletam (entrada), manipulam e armazenam (processo), disseminam (saída) os dados e informações e fornecem um mecanismo de feedback.

Finalidades dos Sistemas de Informação

As empresas precisam estar preparadas para lidar com os problemas internos e externos do ambiente em que estão inseridas, para tanto buscam no desenvolvimento de sistemas de informações suporte para a resolução desses problemas.A razão mais forte pelas quais as empresas constroem os sistemas, então, é para resolver problemas organizacionais e para reagir a uma mudança no ambiente.
Os sistemas de informação objetivam a resolução de problemas organizacionais internos, e a conseqüente preparação para enfrentar as tendências da crescente competitividade de mercado.

Por que utilizar Sistemas de Informação?

A necessidade do Sistema de Informação (SI) nas empresas surgiu devido ao grande e crescente volume de informações que a organização possui. Com o Sistema de Informação estruturado a apresentação das informações necessárias e também já propiciando uma visão das decisões, a empresa garante um grande diferencial em relação aos concorrentes, e os gestores podem tomar decisões mais rápidas e de fontes seguras.

Sistema de Informação Gerencial (SIG)

O sistema de informação gerencial dá suporte às funções de planejamento, controle e organização de uma empresa, fornecendo informações seguras e em tempo hábil para tomada de decisão.O sistema de informação gerencial é representado pelo conjunto de subsistemas, visualizados de forma integrada e capaz de gerar informações necessárias ao processo decisório.

Importância dos Sistemas de Informação Gerencial para as Empresas

Tem-se dificuldade em avaliar quantitativamente os benefícios oferecidos por um sistema de informação gerencial, o sistema de informação gerencial pode, sob determinadas condições, trazer os seguintes benefícios para as empresas:
· Redução dos custos das operações;
· Melhoria no acesso às informações, proporcionando relatórios mais precisos e rápidos, com menor esforço;
· Melhoria na produtividade;

Aspectos que Fortalecem os Sistemas de Informação Gerencial nas Empresas

Os sistemas de informação gerenciais são instrumentos para o processo decisório. Por conseqüência, para que a empresa possa usufruir as vantagens básicas dos Sistemas de Informação Gerenciais, é necessário, que alguns aspectos sejam observados. Entre estes podem ser citados:
· O envolvimento da alta e média gestão;
· A competência por parte das pessoas envolvidas com o SIG;
· O uso de um plano mestre ou planejamento global;
· A atenção específica ao fator humano da empresa;

Condições de Tomada de Decisão

As decisões são tomadas sob diversas condições, sob condições de certeza, condições de incerteza e condições de risco. As decisões programadas normalmente oferecem um grau de risco menor do que as decisões não-programadas.

Conclusão

Nos cenários da era da informação é de vital importância compreender as melhores práticas e aplicações das áreas de sistemas de informação e tecnologia da informação nas empresas.
O propósito básico da informação é o de habilitar a empresa a alcançar seus objetivos pelo uso eficiente dos recursos disponíveis, portanto, as informações podem decidir o futuro da organização.
Na corrida para atender às demandas do mercado, as empresas buscam soluções que as diferenciem aumentando a sua competitividade. Decisões rápidas e corretas são fundamentais para a empresa alcançar bons resultados. Faz-se necessário otimizar o planejamento e execução das atividades, sincronizar a cadeia de suprimentos e reduzir os custos operacionais para aumentar a satisfação dos seus clientes e a lucratividade do negócio.
A utilização de tecnologias de última geração e a melhor prática em software possibilita a construção e aplicações superiores em prazos bastante agressivos, capazes de atender desde pequenos a grandes volumes de utilização. O sucesso é garantido pela velocidade em que as informações são assimiladas e pela rapidez em que são tomadas as decisões. Neste contexto, as empresas têm como grande aliado os sistemas de informação gerencial, os quais proporcionam benefícios significativos na gestão da empresa viabilizando a geração de relatórios de apoio ao processo decisório.Quando a empresa tem uma estrutura organizacional sólida, um futuro traçado, e sabe utilizar os recursos oferecidos pela Tecnologia de Informação e sistemas de informação, o sistema de informação gerencial só tem a agregar benefícios à gestão empresarial na tomada de decisões.
O sistema de informação gerencial possibilita fazer um acompanhamento das rotinas econômico-financeiras, proporcionando um panorama seguro da organização e uma melhor alocação de investimentos, constituindo um grande diferencial para a empresa. Garantindo, também, o gerenciamento das informações para geração de relatórios rápidos e precisos, tornando mais ágil desta forma o processo de tomada de decisões.Os sistemas de informação gerenciais fortalecem o plano de atuação das empresas. A geração de informações rápidas, precisas e principalmente úteis para o processo de tomada de decisão garante uma estruturação de gestão diferenciada, resultando em vantagem competitiva sobre as demais empresas.

Até a próxima!
Abraços